Por um Brasil livre de homicídios!
Filipe Meirelles Rio de Janeiro Eu quero ver o Jovem Negro Vivo!

Por um Brasil livre de homicídios!

Primeiramente, QUEREMOS VER OS JOVENS VIVOS! Você tem acompanhado o jornal ultimamente e tem visto a QUANTIDADE ASSUSTADORA DE ASSASSINATOS diários no Rio de Janeiro. A realidade do Rio é alarmante, mas faz parte de um contexto maior que afeta TODO O PAÍS. De acordo com os dados do último Atlas da Violência, no ano passado aconteceram 59 mil homicídios no Brasil. Essa violência não afeta a todas as pessoas de maneira uniforme: 90% das vítimas são homens, mais da metade das vítimas de homicídio no Brasil são jovens e 77% dos jovens assassinados SÃO NEGROS. Quem mata? Quem morre? Menos de 10% dos homicídios no Brasil são investigados. Sabemos, porém, que a nossa POLÍCIA é a que MAIS MATA e também a que MAIS MORRE no mundo, o que deixa bastante claro o FRACASSO do nosso modelo de SEGURANÇA PÚBLICA. Pior do que esses números, só a nossa INDIFERENÇA. Resolvi me juntar à campanha JOVEM NEGRO VIVO da Anistia Internacional, que tem como objetivo principal PRESSIONAR O GOVERNO BRASILEIRO a estabelecer uma POLÍTICA NACIONAL DE REDUÇÃO DE HOMICÍDIOS. Há várias formas de fazer isso, e uma delas é assinar o MANIFESTO JOVEM NEGRO VIVO, e depois disso você também criar a sua campanha pelo Mobiliza. A Anistia precisa de pelo menos 100 MIL assinaturas, e eu gostaria de contribuir para essa meta com 200 assinaturas. Que tal me apoiar? ASSINE JÁ clicando no botão amarelo "ENTRE EM AÇÃO"

Assinaturas:
Meta: 200
Período:
01/06/2017 31/08/2017

O Brasil é o país onde mais se mata no mundo, superando muitos países em situação de guerra.

Em 2012, 56.000 pessoas foram assassinadas no Brasil. Destas, 30.000 são jovens entre 15 a 29 anos e, desse total, 77% são negros. A maioria dos homicídios é praticado por armas de fogo, e menos de 8% dos casos chegam a ser julgados.

A morte não pode ser o destino de tantos jovens, especialmente quando falamos de jovens negros. As consequências do preconceito e dos estereótipos negativos associados a estes jovens e aos territórios das favelas e das periferias devem ser amplamente debatidas e repudiadas.

O destino de todos os jovens é viver.

Você se importa?

Eu me importo!

Quero que as autoridades brasileiras assegurem aos jovens negros seu direito a uma vida livre de preconceito e de violência. E priorizem políticas públicas integradas de segurança pública, educação, cultura, trabalho, mobilidade urbana, entre outras.

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