Tudo Preto no Branco
Rio de Janeiro Eu quero ver o Jovem Negro Vivo!

Tudo Preto no Branco

Galer@! A cada dia morrem mais jovens negros em nome de uma falsa segurança pública, onde a violência só cresce e a sensação de insegurança só aumenta. O Estado que está nas comunidades pobres e nas favelas é o mesmo que oprime manifestações, não paga servidores e retira nossos direitos. Ele mata. Ele atira. Ele invade as casas das pessoas pobres e negras sem mandato. Mantém escolas e creches fechadas. Ele reduz postos de saúde. Diminui possibilidades, inclusive de sonhar com uma vida melhor. Para que sonhos sejam possíveis: precisamos erradicar a violência do Estado que não salva e não redime ninguém. Um Estado que trata deputado, ministro e senador, todos traficantes, mas tratados com benevolência. Não há justiça para eles. Assim como não há para as Mães de Maio em São Paulo (2006), para as Mães de Acari (1990), para a mãe do jovem João Hélio (2007), mãe da Eduarda (2017), entre outras que esperam por justiça há anos e outras tantas que vão esperar, enquanto existireste Estado opressor.. Não adianta colocar o exército nas ruas, se obedecem a este Estado opressor, violento e corrupto. Torna-se pior: se pensarmos que são absolutamente despreparados lidar com pessoas. O morador da favela ou da comunidade não é um inimigo a ser abatido. É a mãe, é o pai, é uma avó, uma filha, um filho, um irmão de alguém. É uma pessoa com família, com problemas e abandonado por Estado opressor. Precisamos assumir do fundo de nossos corações se nos importamos ou não com futuro que queremos para nós. Todos nós. Porque por mais seguros que se ache no asfalto; não estamos imunes as consequências das forças de segurança deste Estado nas comunidades e nas favelas. Precisamos de jovens negros e vivos! Vivos com oportunidades reais, com sonhos possíveis! Sonhos reais!

Assinaturas:
Meta: 60
Período:
29/07/2017 28/08/2017

O Brasil é o país onde mais se mata no mundo, superando muitos países em situação de guerra.

Em 2012, 56.000 pessoas foram assassinadas no Brasil. Destas, 30.000 são jovens entre 15 a 29 anos e, desse total, 77% são negros. A maioria dos homicídios é praticado por armas de fogo, e menos de 8% dos casos chegam a ser julgados.

A morte não pode ser o destino de tantos jovens, especialmente quando falamos de jovens negros. As consequências do preconceito e dos estereótipos negativos associados a estes jovens e aos territórios das favelas e das periferias devem ser amplamente debatidas e repudiadas.

O destino de todos os jovens é viver.

Você se importa?

Eu me importo!

Quero que as autoridades brasileiras assegurem aos jovens negros seu direito a uma vida livre de preconceito e de violência. E priorizem políticas públicas integradas de segurança pública, educação, cultura, trabalho, mobilidade urbana, entre outras.

Atividade


Últimas assinaturas

{{don.Name}}
{{don.Message}}
Tudo Preto no Branco
{{don.MessageAnswer}}
Nenhuma atividade nesta página.
Your browser is out-of-date!

Update your browser to view this website correctly. Update my browser now

Close